Para diretores, gestores e empresários que queiram garantir controle e eficiência operacional conforme a legislação da SUSEP.
A LC 213/2025 elevou a régua de governança para o setor de proteção patrimonial mutualista. Estruturar controles internos, processos e indicadores deixou de ser diferencial, virou exigência. Isso inclui medir a experiência do associado, identificar a causa raiz de cada problema recorrente e transformar isso em plano de ação de melhoria contínua.
O setor cresceu rápido e, em muitos casos, cresceu sem estrutura. Agora, com a regulamentação da LC 213/2025 e a supervisão do CNSP e da SUSEP, a associação precisa operar com o nível de profissionalismo de uma instituição regulada: controles internos, administradora profissional autorizada, registros contábeis segregados, prestação de contas periódica.
Áreas funcionando como departamentos isolados, sem entender como uma entrega impacta a próxima, até o associado sentir a falha.
Processo que só uma pessoa sabe fazer é processo que não escala, e que quebra quando essa pessoa sai.
Sem indicador por setor, a gestão está "achando" que vai bem. E achar não sustenta um fundo mutualista diante da lei e do mercado.
Controle e processo bem estruturados aparecem no dia a dia de todo mundo que depende da administradora: o associado, que sente atendimento mais rápido e mais confiável, os fornecedores, que trabalham com regra clara, as demais associações do ecossistema, e o mercado como um todo, que agora exige o nível de profissionalismo da nova regulamentação. Por isso o time operacional precisa ser tão preparado quanto a liderança: é ele que sustenta essa entrega todos os dias, na ponta, com o associado.
Diagnóstico, estruturação do caminho, definição de quem executa, acompanhamento da implementação e medição do resultado, com intervenção quando necessário até a transformação sair do papel.
Acesso direto durante o projeto, não só à estrutura por trás.
Mapeamento de processos ponta a ponta (adesão ao sinistro), indicadores por área, governança GRC (Governança, Liderança e Compliance) e acompanhamento da execução, não só o desenho.
Mais de dez anos dentro da operação de proteção veicular, começando no atendimento direto com comercial e associado, passando por cadastro, RH, call center, planejamento, antes de se especializar em Green Belt (Lean Six Sigma) e MBA em Gestão de Processos e Metodologias Ágeis pelo IBMEC. Hoje fundadora da Flow Assessoria e CEO da Fluigi, plataforma que transforma esse método em processo, indicador e dado dentro da operação. Autora de "Da Operação ao Resultado", com apoio da FAN e da CN Mútuas e prefácio de Cauby Morais.
O desafio das administradoras vai ser entregar atendimento de excelência com conformidade garantida ao mesmo tempo. Isso exige indicador em tempo real, não planilha revisada uma vez por mês. Os serviços cobrem 4 pilares: governança de processos, foco em pessoas, análise de indicadores e gestão de projetos.
Conte um pouco sobre a sua administradora e o principal desafio do momento. Resposta direta, sem intermediário.